domingo, 7 de maio de 2017

saudade

Quando te chamo,
tremo e temo.
A minha escuridão interna grita.
Parece que estou na linha da escrita,
a que diz: - Tu estás morta!
O que está em morte?

Os céus da escuridão caem
quando criança me faço,
e redigo que estou equivocada
com meus dizeres
 nada sabidos em pauta.

Onde sempre estás
preciso estar. É fato!

Levá-lo comigo quero.
Aos lugares que piso assombrados.
E ao habitat que te conheci
quando criança fui refeita.
Em que os seus olhos estão sobre mim.
Assim, entrar na fé que tens.
Descansar em ti.

Dizer, dia após dia,
 que sou uma afortunada
porque tu me amas
com todas as minhas medidas.  
Só você pode me dizer ao pé do ouvido
qual é o lugar
onde eu posso sentir seu doce alento
me acariciando.


 Priscila C.O.Taveira


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